Amar e o mar

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E então eu penso em escrever. E penso no tanto que já foi dito e que não me resta nada a acrescentar. Me resta encher o ar com obviedades que penso ao ler os que admiro.

O sol a pino me racha a cabeça. O calor morno e úmido me afoga e sufoca. A brisa me ajuda sobreviver um fim iminente.

A felicidade está nas pupilas mas o resto do corpo sofre, e clama pelo antes, pelo frio, pelas nuvens, pela neve.

O frio que me espera. A realidade fria me aguarda, de bote armado para me derrubar. E sei que vai ter sofrimento e que vai doer enfrentá-la, eu sei.

Apesar disso e desse mar imenso diante de mim. Lindo e cheio de promessas de belezas e certeza de felicidades. Apesar disso, só penso em voltar para casa. E que espanto é saber que minha casa não é mais esse mar imenso.

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